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Rev. cienc. salud (Bogotá) ; 18(3): 176-197, dic. 2020.
Article in Spanish | LILACS, COLNAL | ID: biblio-1289160

ABSTRACT

Resumen Introducción: aunque en la última década el concepto de biomedicalización ha sido relevante en América Latina para entender algunos procesos mediante los cuales la biomedicina participa en la constitución de sujetos y sus padecimientos, poco se ha explorado su relación con la conformación de la sexualidad. Desarrollo: el objetivo de este texto es analizar, desde una perspectiva sociológico-feminista, la biomedicalización del riesgo sexual al virus de inmunodeficiencia humana, mediante la profilaxis preexposición, y al virus del papiloma humano, mediante la aplicación de la vacuna de prevención en México, Colombia y Brasil. Primero, se presenta la noción de biomedicalización, sus usos teóricos en la sociología y los estudios de la ciencia, la tecnología y la biomedicina. Posteriormente, se abordan algunos textos que analizan algunas vicisitudes de la biomedicalización del riesgo sexual, mediante estas biotecnologías en los países mencionados. Finalmente, se problematizan algunas de las ventajas y retos teóricos del uso del concepto de biomedicalización en diversos contextos de América Latina y se señala cuál es su relevancia para comprender las relaciones y diferencias de género en la región. Conclusiones: en estos días, con el auge de la biomedicina y de las farmacéuticas transnacionales, se hace necesario analizar las implicaciones históricas, sociales y políticas de la biomedicalización de la sexualidad en contextos poscoloniales como el latinoamericano.


Abstract Introduction: In the last decade, the concept of "biomedicalization" has played a relevant role in Latin American Science, Technology, and Biomedicine (STS) studies amidst sociological and academic debates on the implications of biomedical interventions in the production of subjects and diseases. However, its relationship with sexuality has scarcely been evaluated. Development: This article aimed to analyze how sexual risk to avoid acquiring both human immunodeficiency virus through PrEP implementation and human papilloma virus through the preventive vaccine implementation in Mexico, Colombia, and Brazil has been thoroughly biomedicalized, from a sociological feminist perspective. First, the concept of biomedicalization and its theoretical uses in medical sociology and STS are briefly introduced. Then, few relevant texts are discussed that approach some aspects concerning the increase in biomedicalization of sexual risk within these biotechnologies in the three countries. Finally, we analyzed the advantages and challenges of introducing the concept of biomedicalization in the Latin American context and its relevance in terms of understanding sex-related relationships and differences. Conclusions: With the recent development of the biomedicine and transnational pharmaceutical industry, it is necessary to analyze the historical, social, and political implications of the biomedicalization of sexuality in the postcolonial contexts, such as those found in Latin America.


Resumo Introdução: ainda que na última década o conceito de biomedicalização tem sido relevante na América Latina para entender alguns processos mediante os quais a biomedicina participa na constituição de sujeitos e seus padecimentos, sua relação com a conformação da sexualidade tem sido pouco explorada. Desenvolvimento: o objetivo deste texto é analisar, desde uma perspectiva sociológico-feminista, a bio-medicalização do risco sexual ao vírus da imunodeficiência humana (VIH) mediante a Profilaxia pre-ex-posição (PrEP, por suas siglas em inglês), e ao vírus do papiloma humano (VPH) mediante a aplicação da vacuna de prevenção no México, na Colômbia, e no Brasil. Primeiro, se apresenta a noção de biomedi-calização, seus usos teóricos na sociologia e os STS (estudos da ciência, a tecnologia e a biomedicina, por suas siglas em inglês). Posteriormente se abordam alguns textos que analisam algumas variabilidades da biomedicalização do risco sexual, mediante estas biotecnologias nos países mencionados. Finalmente, se problematizam algumas das vantagens e desafios teóricos do uso do conceito de biomedicalização em diversos contextos da América Latina e se assinala qual é sua relevância para compreender as relações e diferenças de gênero na região. Conclusões: em nossos dias, com o auge da biomedicina e das farmacêuticas transacionais, se faz necessário analisar as implicações históricas, sociais e políticas da biomedicalização da sexualidade em contextos pós-coloniais, como o Latino-Americano.


Subject(s)
Humans , Female , Biomedical Research , HIV , Alphapapillomavirus , Gender Studies
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